Uma moradia T4 em Porto Salvo. Três meses de anúncio no portal, com o proprietário a tentar vender sozinho, sem propostas a avançar. Mostro-lhe o que foi feito para o processo destravar, e qual foi o canal que trouxe a compradora. A moradia está reservada.
Peça roteirizada, filmada e montada de propósito para esta casa. Não é um passeio de telemóvel a mostrar divisões: é uma apresentação pensada para que quem chega à visita já saiba o que vai ver, e já esteja a gostar antes de entrar.
O vídeo arranca sem som quando chega a esta altura da página. Carregue em “Ativar som” para ouvir a visita.

Não vim de fora a fazer uma campanha e a desaparecer. Conheço as ruas desta freguesia, sei em que zonas os compradores procuram moradia, e trabalho com dados de escrituras reais, não com preços de anúncio.
Foi por conhecer o terreno, à letra, que a compradora desta moradia apareceu por um canal que os portais não têm: um flyer, entregue à mão, à porta certa.
Antes de trabalharmos juntos, a moradia esteve três meses no portal. Sem exclusividade, com outras agências a mostrá-la em paralelo. Chegaram duas propostas nesse período, nenhuma avançou. A que fechou, veio depois, e não pelo mesmo caminho.
O reposicionamento partiu de um Raio-X da freguesia com transações registadas, e não do que os vizinhos pedem nos portais. Foi este o ponto de partida para uma conversa honesta com o proprietário sobre o valor a que a casa efetivamente vende, hoje, em Porto Salvo.
Fotografia profissional, narrativa própria para o anúncio, ficha técnica revista. Uma casa que já tinha estado três meses online estava a ser vista de uma maneira nova. Quem tinha passado pelo anúncio antes, ao voltar a vê-lo, olhou como se fosse a primeira vez.
Poucos imóveis nesta zona têm peça de vídeo com este nível de produção. Guião próprio, filmagem cuidada, montagem que respeita o ritmo da casa. Filtra os curiosos e prepara quem realmente quer vir ver.
Flyers desenhados para esta freguesia, entregues à mão nas ruas certas. É o canal que um proprietário não sabe fazer sozinho, é lento, e é este trabalho de terreno que separa quem passa ali de quem trabalha ali a sério.
Três visitas, todas com dossier de preparação e resposta no próprio dia. Sem visitas às cegas, sem esperar dias para responder ao telefone. É a diferença entre visita que se converte e visita que desaparece.
A proposta certa não fecha sozinha. Foram cláusulas revistas, prazos negociados, compradora acompanhada até ao momento da assinatura. Trabalho técnico que não se vê no anúncio, e que é o que separa uma promessa de venda de uma escritura marcada.
Faço-lhe o levantamento da sua rua e da sua freguesia, com transações registadas e não com preços de anúncio. Sem custo, sem compromisso, e sem ninguém a ligar a insistir.